A Secretaria de Assuntos Jurídicos de Taipé (台北市法務局) divulgou, em 18 de julho, um alerta ao consumidor, informando que o agente de proteção ao consumidor, em conjunto com o Departamento de Assuntos Comerciais de Taipé (台北市商業處), realizou uma fiscalização conjunta no endereço cadastrado da HOMEE 合宜家居 (HOMEE AI, 睿締國際科技股份有限公司). No local, o portão de entrada estava totalmente fechado. O gerente do prédio informou que a empresa não tem pessoas entrando nem saindo recentemente; as remessas referentes aos pedidos de móveis feitos pelos consumidores travaram, o atendimento ao cliente ficou sem respostas e, aparentemente, o site oficial ainda permite compras normalmente.
De acordo com o alerta ao consumidor divulgado pela Secretaria de Assuntos Jurídicos de Taipé em 18 de julho de 2026, o agente de proteção ao consumidor, em 17 de julho à tarde, acompanhou o Departamento de Assuntos Comerciais de Taipé para realizar uma fiscalização conjunta no endereço cadastrado da HOMEE. No local, o portão de entrada estava trancado; o responsável pelo prédio informou que a empresa não tem ninguém entrando ou saindo recentemente. O agente de proteção ao consumidor declarou ter grandes dúvidas sobre se a empresa ainda consegue realizar entregas, processar reembolsos e operar normalmente.
Vários consumidores relataram em plataformas de redes sociais que, no período de ofertas do Dia das Mães ou em pedidos recentes de móveis, a entrega estava prevista para julho, mas até agora não receberam os produtos; o atendimento ao cliente não respondeu. Alguns consumidores foram até a loja física e constataram que o local aparentemente foi esvaziado; o telefone cadastrado da empresa virou linha muda e o LINE oficial não responde. Ao mesmo tempo, aparentemente o site oficial ainda continua permitindo pedidos normalmente. O agente de proteção ao consumidor alertou especialmente os consumidores a ficarem atentos a esse risco.
Conforme reportagens relacionadas, a sequência de eventos de controvérsias envolvendo a alta gestão da HOMEE é a seguinte: em maio de 2026, o fundador Du Yu-wei (杜宇威) foi destituído do cargo de presidente pelo conselho de administração por questões financeiras; no fim de junho, a transição foi concluída, mas o sucessor presidente, Zhao Jian Jia Miao (朝見加苗), ainda não havia assumido oficialmente, deixando a empresa em um estado em que ninguém estava autorizado a aprovar pagamentos; a partir de 6 de julho, os salários dos funcionários não foram pagos conforme o cronograma, e já houve empregados buscando ajuda junto à Secretaria de Trabalho (勞工局).
Em Threads, publicações supostamente de funcionários (de acordo com a reportagem original, o conteúdo continua sendo apenas relatos unilaterais de internautas, aguardando verificação adicional por parte da empresa, do conselho de administração ou de órgãos competentes) afirmam que o escritório já foi transferido, que o paradeiro do novo presidente japonês é desconhecido e que os funcionários ficam presos dentro da empresa, sem conseguir fazer a transição de emprego de forma normal nem obter solicitação do comprovante de desligamento não voluntário para requerer o seguro-desemprego; a marca subsidiária 合宜家居, portanto, teria interrompido temporariamente as operações, e fornecedores e proprietários de imóveis aparentemente também não conseguem receber pagamentos.
Outra publicação em Threads descreve que esse conflito envolve um plano de aumento de capital com baixo preço (possivelmente diluindo a participação dos acionistas originais) e controvérsias como o cancelamento de benefícios de WFH prometidos no momento da contratação dos funcionários, mas essas alegações ainda precisam ser verificadas.
O agente de proteção ao consumidor de Taipé fez as seguintes recomendações aos consumidores:
Guarde todos os registros de transação:incluindo prints de tela dos pedidos, comprovantes de transferência, registros de pagamento com cartão, nota fiscal, recibos, conversas com o atendimento ao cliente, páginas de produtos do site oficial, compromissos de prazo de entrega e comprovantes de não entrega
Para quem pagou com cartão de crédito:entre em contato o mais rápido possível com o banco emissor para solicitar contestação/chargeback, evitando perder os prazos de processamento do banco
Para quem fez transferência via ATM ou remessa em dinheiro:pode considerar pedir ao tribunal uma ordem de pagamento, solicitando que o fornecedor devolva o valor do pedido que não foi cumprido
Se o site oficial ainda permitir fazer pedidos:salve prints das páginas relacionadas e do processo de pagamento como evidência para reclamação aos órgãos competentes ou para procedimentos judiciais
Canal de consulta:ligue para a linha de atendimento ao consumidor 1950 ou para 1999 de Taipé, ramal 7812
Quanto aos funcionários, o agente de proteção ao consumidor recomenda que solicitem à Secretaria de Trabalho do local uma mediação de disputas trabalhistas ou uma fiscalização trabalhista (o prazo de mediação é de cerca de 4 a 5 semanas) e preservem o contrato de trabalho, demonstrativos salariais, registros de comparecimento e mensagens relacionadas ao trabalho. Se, posteriormente, a empresa confirmar que encerrou atividades, entrou em liquidação ou declarou falência, e se os salários, contribuições de aposentadoria ou verbas rescisórias em atraso não forem quitados, o trabalhador poderá, conforme as regras, solicitar o fundo de compensação de salários em atraso (escopo: salários em atraso dos 6 meses anteriores ao encerramento).
De acordo com o alerta ao consumidor divulgado pela Secretaria de Assuntos Jurídicos de Taipé em 18 de julho de 2026, o agente de proteção ao consumidor, em 17 de julho à tarde, acompanhou o Departamento de Assuntos Comerciais de Taipé para fiscalizar o endereço cadastrado da empresa; no local, o portão estava totalmente trancado e o gerente do prédio informou que a empresa não tinha pessoas entrando ou saindo recentemente. O agente de proteção ao consumidor disse ter grandes dúvidas sobre a capacidade da empresa de realizar entregas e reembolsos.
De acordo com reportagens relacionadas, a partir de 6 de julho os salários dos funcionários não conseguiram ser pagos conforme o cronograma, e alguns funcionários já buscaram ajuda junto à Secretaria de Trabalho; o agente de proteção ao consumidor recomenda que os funcionários solicitem à Secretaria de Trabalho do local a mediação de disputas trabalhistas ou fiscalização trabalhista e preservem os documentos trabalhistas relacionados.
De acordo com as recomendações do agente de proteção ao consumidor de Taipé, os consumidores devem imediatamente guardar os registros de transação; quem pagou com cartão de crédito deve contatar o banco emissor para solicitar contestação/chargeback; quem fez transferência via ATM deve pedir ao tribunal uma ordem de pagamento; e devem ligar para 1950 ou para 1999, ramal 7812, para obter orientação de consumo.
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