De acordo com a Lloyd’s List, Omã propôs ao Irão, a 28 de julho, um mecanismo de gestão partilhada para o Estreito de Ormuz, assente num modelo de taxas de serviço voluntárias semelhante ao acordo do Estreito de Malaca. No quadro proposto, os países e as companhias de navegação contribuiriam voluntariamente para os custos de segurança da navegação, em vez de pagarem portagens obrigatórias.
Com base em fontes da indústria e diplomáticas citadas pela Lloyd’s List, as negociações estão a ganhar tração, com sinais iniciais a sugerir que a equipa de negociação dos EUA está a analisar o quadro de forma positiva. A proposta poderá, potencialmente, reabrir a via marítima crítica e apoiar negociações mais vastas entre os EUA e o Irão destinadas a pôr fim ao diferendo.