De acordo com o economista-chefe do JPMorgan para a Grande China, Zhu Feng, as bolhas cíclicas durante o desenvolvimento da IA são normais à medida que o sector avança. A analista referiu que as correcções nos preços das acções são inevitáveis assim que os investidores questionarem o retorno do investimento em despesas de capital, os fundamentos ou os prazos de conversão em lucros. Zhu sublinhou que a futura concorrência em IA não dependerá do tamanho dos modelos, mas sim de obter inferência de maior qualidade a custos mais baixos, integrada em processos empresariais reais.
A China tem quatro principais oportunidades: cenários de aplicação mais abrangentes na indústria transformadora, nas finanças, na saúde, na educação, no comércio eletrónico e na logística; forte capacidade de engenharia e controlo de custos; cenários ricos em dados e cadeias de abastecimento na indústria transformadora; e a capacidade das empresas para fazer iterações rápidas e comercializar. Embora a China possa não liderar todos os modelos fundacionais, mantém vantagens competitivas claras em aplicação, fabrico e comercialização.