De acordo com o The Times, a FIFA planeia vender uma participação de 21% numa nova subsidiária, chamada FIFA Forward Enterprise, com uma avaliação de 20 mil milhões de dólares, com o objetivo de angariar 4,2 mil milhões de dólares junto de investidores privados. A subsidiária consolidaria os direitos de transmissão do Campeonato do Mundo, a bilhética, a comercialização/licenciamento e as receitas provenientes de patrocínios. O fundo de investimento de Joshua Kushner, Thrive Eternal, está a negociar a compra, com o JPMorgan Chase a assessorar a FIFA na operação.
A União das Associações Europeias de Futebol (UEFA) condenou o plano no mesmo dia em que foi noticiado, afirmando que a governação do futebol é algo que nenhuma instituição deveria transacionar. A UEFA manifestou preocupações de que entregar a investidores externos uma quota das receitas de patrocínios da FIFA representaria uma rutura com o modelo tradicional da organização e levantaria questões de transparência sobre a distribuição dos lucros.