De acordo com o analista da Citi Heath Terry na conferência de robótica da empresa a 7 de julho, a escassez de dados e os elevados custos de implementação continuam a ser as principais limitações à comercialização da IA Física, apesar da procura acelerada. Terry observou que, ao contrário da IA digital, cada novo cenário robótico exige a acumulação de dados proprietários do mundo real do zero, aliado a desafios de hardware especializado e certificação de segurança.
O relatório identificou a Locus Robotics e a Dexterity como as principais empresas, creditando o sucesso delas ao foco em casos de uso de alta dor, à adoção do modelo Robot-as-a-Service (RaaS) para reduzir as barreiras aos clientes e à prioridade dada à segurança em detrimento da complexidade do modelo. Terry caracterizou a IA Física como uma maratona de uma década, com valor a longo prazo a ser acumulado por empresas que dominam os ciclos de dados e atingem os mais elevados padrões de segurança.