Lei paquistanesa de Ativos Virtuais aprovada em março desencadeia debate sobre estrutura regulatória e Sharia

De acordo com o ChainCatcher, o regulador de ativos virtuais do Paquistão, Bilal bin Saqib, e o estudioso islâmico Mufti Taqi Usmani concordaram, após conversas recentes, que stablecoins e ativos do mundo real tokenizados devem passar por avaliações técnicas e de Sharia separadas, em vez de serem classificados em conjunto. Isso ocorre depois que Usmani e outros estudiosos emitiram uma deliberação religiosa declarando que USDT e outras criptomoedas não constituem riqueza em conformidade com a lei islâmica, tornando inválidas transações que as utilizem para comprar bens físicos ou serviços digitais. A Lei de Ativos Virtuais do Paquistão, de março de 2026, exige que exchanges, custodians e emissores de tokens garantam conformidade com as finanças islâmicas sob a orientação de um comitê de estudiosos de Sharia.
Isenção de responsabilidade: as informações nesta página podem ter origem em fontes terceiras e servem apenas como referência. Não representam as opiniões da Gate e não constituem orientação financeira, de investimentos ou jurídica. A negociação de ativos virtuais envolve alto risco. Não tome decisões baseando-se apenas nas informações desta página. Para mais detalhes, consulte a Isenção de responsabilidade.
Comentário
0/400
Sem comentários