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Acabei de revisar o último relatório do IIF e há algo que realmente chama a atenção: a dívida global explodiu para 348 trilhões de dólares no final do ano passado. Não é um número qualquer, estamos a falar de um crescimento de quase um trilhão por mês em média durante os últimos 12 meses.
O mais interessante é que esse aumento de 29 trilhões foi o mais rápido desde o início da pandemia. As principais economias simplesmente não conseguem deixar de acumular défices fiscais, e isso é evidente nos números. Só a dívida governamental contribuiu com mais de um trilhão para o total do aumento anual, o que é bastante significativo.
Agora, há um detalhe curioso nos dados. A dívida global como percentagem do PIB caiu ligeiramente para 308%, mas aqui vem o importante: isso só aconteceu porque as economias desenvolvidas melhoraram a sua relação. Os mercados emergentes? Esses estão em problemas. A sua dívida atingiu mais de 235% do PIB, um nível histórico que reflete pressões financeiras cada vez mais intensas nessas regiões.
Na verdade, se olharmos bem os números, o que está a acontecer é que enquanto alguns países conseguem crescer mais rápido do que a sua dívida, outros estão a ficar para trás. E esse contraste entre mercados avançados e emergentes provavelmente continuará a ser um dos temas centrais nos próximos meses. A situação é complexa e merece mais atenção do que aquela que recebe.