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Um dos vasos de energia mais críticos do mundo não será mais capaz de voltar aos seus dias antigos. As palavras usadas pelo Presidente do Parlamento Iraniano Mohammed Bakir Kalibaf no discurso televisivo de ontem redefinem não apenas o destino de um estreito, mas também a futura arquitetura de segurança do Médio Oriente: "O Estreito de Ormuz nunca voltará ao seu antigo estatuto. Será parte do marco de segurança." Estas frases foram a expressão mais dura da linha de defesa do Irão perante os ataques EUA-Israel que começaram no final de fevereiro. Kalibaf traçou uma linha clara no seu discurso: O encerramento real do Bósforo não é a escolha do Irão, defendeu-se dizendo, "Não podemos ficar sentados enquanto os mísseis caem sobre nós." "Os navios já não se movem porque as circunstâncias não o permitem," disse. De facto, foi relatado que 26 navios e 183 tripulações da Coreia do Sul ficaram retidos na região nos últimos dias; Os prémios de seguros dispararam, os navios-cisterna estão à espera. O Estreito de Ormuz era aquela via navegável estreita que transportava cerca de 20 por cento do comércio global de petróleo e gás natural. Esta rota, onde passam 21 milhões de barris de petróleo por dia, tinha um estatuto que funcionava sob "Águas Internacionais" e "Garantia dos EUA" há décadas. Agora esse estatuto é "coisa do passado" como disse Kalibaf. Porque a perceção de segurança mudou. Segundo funcionários iranianos, os países da região não construirão mais uma nova arquitetura de segurança com as bases de Washington, mas com a cooperação bilateral e múltipla que estabelecerão entre si. "A cara da região está a mudar," diz Kalibaf, "mas não sob o domínio da América." Esta declaração não é apenas um aviso militar; É também um manifesto geopolítico. É uma resposta direta à ameaça de Trump "Vamos responder 20 vezes mais forte" e à afirmação de Israel de que "vamos remodelar a região". O Irão declara que não aceitará mais o ciclo de "guerra-trégua-negociação-guerra". Com a ênfase "Não queríamos prejudicar os nossos vizinhos, mas usamos os nossos direitos quando somos atacados", enquadra o encerramento do Bósforo como "necessidade defensiva". Então como se parecerá este novo marco de segurança? De acordo com o quadro traçado por Kalibaf, a cooperação económica e de segurança que os países islâmicos estabelecerão entre si. Portanto, nem navios de guerra americanos nem bases estrangeiras. Os recursos da região pertencerão ao "povo e nações da região"; "Os gananciosos serão cortados." O mundo está agora a prender a respiração. Cada salto nos preços do petróleo, cada flutuação nos índices do mercado de ações, alimenta-se da nova realidade deste estreito. Ormuz já não é apenas uma via navegável; O limiar de uma nova era. E aquela frase que o Presidente do Parlamento Iraniano disse ontem já foi escrita nas páginas da história: "Não há retorno ao antigo estatuto. A nova ordem será uma ordem sem a América."
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✨Em 16 de Março, Trump apelou aos aliados, dizendo: "Enviem os vossos navios para abrir o Estreito de Ormuz." A NATO, a UE e os países europeus, particularmente Alemanha, Reino Unido e França, rejeitaram claramente este pedido. O porta-voz do Chanceler alemão Friedrich Merz afirmou: "Esta não é uma guerra da NATO, nós não a iniciámos," enquanto o Primeiro-Ministro britânico Keir Starmer declarou: "Deixem-me ser claro, esta guerra não foi concebida como uma missão da NATO e não será." A Alta Representante da UE para os Assuntos Externos, Kaja Kallas, também recusou de forma definitiva enviar navios de guerra, dizendo: "Esta não é a nossa guerra, eles não nos consultaram."
✨Em 17 de Março, Trump, numa reunião com o Primeiro-Ministro irlandês Micheál Martin na Casa Branca, expressou abertamente a sua frustração com os aliados. Afirmou: "Não precisamos da ajuda da NATO," "Não estão a fazer nada por nós, estamos a gastar biliões de dólares," e reiterou o seu aviso de que "a NATO tem um futuro muito obscuro se não ajudarem." Trump também enfatizou: "Os EUA lidarão com isto sozinhos, não precisamos da ajuda de ninguém."
✨Apesar das respostas da Europa dizendo: "Esta não é a nossa guerra," Trump manteve que o Irão seria forçado a abrir o estreito e que os EUA agiriam sozinhos se necessário. No 18.º-19.º dia do conflito, relatou-se que 16 navios foram atacados no estreito, paralisando as exportações de petróleo.
🧐Em resumo: O Presidente dos EUA Donald Trump, depois que os aliados (especialmente os países da NATO) rejeitaram o seu pedido para reabrir o Estreito de Ormuz, afirmou explicitamente que sair da NATO era "algo a considerar." "Não preciso do Congresso para esta decisão," disse ele, acrescentando: "Não está na minha mente neste momento, mas não estou muito satisfeito com isto." Trump criticou duramente os seus aliados, dizendo que "nos deixaram sozinhos," "a NATO está a cometer um erro estúpido," "Correm para nos ajudar mas não nos ajudam," e "vou considerar os EUA saírem da NATO." No entanto, ainda não existe uma decisão concreta de retirada; ele apenas diz "vamos considerar." O pedido de Trump foi rejeitado, os aliados disseram "esta não é a guerra da NATO," e Trump anunciou que iria reavaliar a relação com a NATO e "poderia considerar sair." Os desenvolvimentos estão a progredir rapidamente; abrir o estreito é de importância crítica para o mercado petrolífero global.
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