A Coreia do Sul rejeita os apelos para retirar o ETF de alavancagem a uma única ação, apesar de uma queda de 47%

De acordo com o gabinete presidencial da Coreia do Sul, o governo rejeitou as exigências para excluir das bolsas os produtos de ETF alavancados baseados em ações individuais, apesar das perdas crescentes registadas entre os investidores de retalho. O produto, que acumulou mais de 10 biliões de won em ativos desde o lançamento, caiu até 47%, o que levou a apelos para a sua exclusão. O diretor de Políticas Presidenciais, Kim Yong-bum, afirmou que retirar o produto causaria uma perturbação significativa no mercado devido à sua dimensão.

Em resposta às perdas sofridas pelos investidores, o governo implementou novas barreiras a 19 de julho, incluindo um requisito mínimo de caixa de 30 milhões de won por conta e o aumento da unidade mínima de negociação para 20 ações. Analistas de mercado questionaram a eficácia destas medidas, salientando que restringir a participação de novos investidores de retalho pode não reduzir a volatilidade global das negociações, se o volume total de transações permanecer inalterado.

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