De acordo com o relatório de 13 de julho da Morgan Stanley, prevê-se a adoção de CPO nas redes Scale-Up após 2029, com apenas uma implantação limitada em 2028. As preocupações do mercado sobre atrasos no CPO estão a ser exageradas; a tecnologia exige a reconstrução de cadeias de fornecimento para embalagem, motores ópticos e lasers, tendo a geração Feynman da Nvidia como marco-chave para a adoção.
As interligações Copper podem manter a operação por mais dois anos através de inovações na modulação PAM4, no DSP e no retiming. A escalada dos clusters de IA, de 72 GPUs para 576 ou 1.152 unidades, é o principal motor. Em 2026, os ecossistemas Scale-Up não-Nvidia entram em produção, com a AMD MI400, a Amazon Trainium 3 e a Microsoft Maia a aumentarem a produção. A Astera Labs e a Broadcom estão posicionadas como as primeiras beneficiárias.