De acordo com o Japan Times, o fundo de investimento do Governo japonês, Government Pension Investment Fund (GPIF), é improvável que atenda ao pedido da ministra das Finanças, Satsuki Katayama, para ampliar o investimento interno, invocando limitações legais e de governação. Hoje (13 de julho), o fundo confirmou que mantém o atual quadro de alocação estabelecido em 2025, que distribui 25% entre ações domésticas, ações estrangeiras, obrigações domésticas e obrigações estrangeiras, estando a próxima revisão regular marcada para 2030.
O mandato legal do GPIF dá prioridade a retornos de longo prazo para os beneficiários das pensões, em vez de objetivos de política. Ao longo da última década, os ativos no exterior superaram consistentemente os ativos domésticos, tanto nos mercados acionistas como nos de obrigações, o que torna difícil justificar, do ponto de vista do investimento, um aumento do investimento interno. Diego Lopez, CEO da Global SWF, afirmou que o Ministério das Finanças não tem autoridade para impor tais exigências, salientando que a pressão unilateral sinaliza uma deficiência de governação e conflitos de interesses.