O Ministério dos Negócios Estrangeiros da China refuta as alegações do Japão de 21 de julho, invocando o direito internacional

De acordo com o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da China, Lin Jian, em 21 de jul., a China rejeitou firmemente o protesto do Japão relativo a alegados exercícios militares em águas disputadas. Lin afirmou que as Rochas Diaoyu constituem rochedos e não ilhas ao abrigo da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, pelo que não podem reivindicar uma zona económica exclusiva.

Lin sublinhou que as atividades da China em águas internacionais cumprem o direito internacional e as convenções marítimas. Acrescentou que as alegações do Japão e os seus esforços de militarização contradizem a ordem internacional do pós-guerra, instando a comunidade internacional a manter-se vigilante face a esse tipo de desenvolvimentos.

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