Quando criança, qualquer brincadeira era motivo de alegria e empolgação


Na adolescência, dar as mãos com a deusa era motivo de rubor e palpitação
Assistir a um filme ruim, rir alto
Jogar um jogo, gritar e exclamar
Comprar um celular novo, ficar feliz por muito tempo
Comer um lanche, tirar várias fotos
No final, as pessoas vão descobrir que o índice de felicidade não tem nada a ver com o quanto se tem.
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