O responsável pelo Instagram, Adam Mosseri, afirmou recentemente em seus stories que a plataforma está intensificando o combate ao uso de smart glasses para gravar furtivamente vídeos de abordagem com cantadas envolvendo desconhecidos; a Meta confirmou que duas contas, cada uma com mais de 1 milhão de seguidores, foram removidas por violarem a nova política de assédio. Os dois perfis têm um padrão de conteúdo semelhante: usam os smart glasses Ray-Ban Meta em locais públicos para abordar mulheres desconhecidas e gravar tudo durante a interação.
Declaração de Adam Mosseri e conteúdo das contas removidas
De acordo com a declaração pública de Adam Mosseri nos stories do Instagram, a plataforma está combatendo um tipo específico de conteúdo: alguém com smart glasses grava desconhecidos na rua e, depois, edita o material para transformá-lo em cenas de cantadas ou pegadinhas para publicar. Ele citou: “Se o conteúdo que você publica está se aproveitando de outras pessoas, assediando-as, como vimos e ouvimos falar e como temos visto aqueles vídeos de cantadas, a gente vai derrubar esse conteúdo.”
As duas contas removidas usaram os óculos Ray-Ban Meta para abordar mulheres desconhecidas em locais públicos e gravar tudo durante a interação; na mesma leva que foi derrubada, também há vídeos de pegadinhas direcionados a caixas de supermercado e funcionários de fast-food.
Design das luzes indicadoras do Ray-Ban Meta: quase invisível sob o sol ao ar livre; correção de software da Meta
Com base na descrição do design dos smart glasses Ray-Ban Meta no texto original, a luz indicadora de gravação dos óculos é visível em ambientes internos mais escuros, mas quase invisível sob luz solar ao ar livre; modelos mais antigos chegaram a ser identificados como capazes de ter a luz encoberta com fita ou com a abertura de furos para desativar a indicação. Posteriormente, a Meta lançou uma correção de software: ao detectar que a luz indicadora foi coberta, a câmera é desativada diretamente.
Em contraste, surgiu que a Apple pretende desenhar para seus próprios smart glasses um aro de lente mais chamativo, escolhendo tornar “isto é uma câmera” inegável no lado do hardware, em vez de remediar depois via software.
Vendas de smart glasses da Ray-Ban e Oakley
Segundo a reportagem do texto original, o volume de vendas dos smart glasses Ray-Ban e Oakley é o seguinte:
Vendas do ano passado: cerca de 7 milhões de unidades, com as vendas anuais sendo o triplo das do ano anterior
Vendas acumuladas: chegando perto de 9 milhões de unidades
Meta original: atingir capacidade de produção anual de 10 milhões de unidades até o fim de 2026
Nova meta não oficial: como a demanda chegou antes, as partes teriam discutido elevar a meta para de 20 milhões a 30 milhões de unidades
Perguntas frequentes
Por que as duas contas removidas do Instagram violaram a política de assédio?
De acordo com a declaração pública de Adam Mosseri e com a explicação da Meta, as duas contas, cada uma com mais de 1 milhão de seguidores, usaram smart glasses Ray-Ban Meta para gravar furtivamente as reações a cantadas de desconhecidos e recortar o material em vídeos, violando a nova política de assédio do Instagram; por isso, foram removidas.
Quais são as regras específicas para derrubar essas contas no Instagram?
De acordo com o texto original, o Instagram não divulgou quais imagens são consideradas cantadas e quais seriam consideradas entrevistas legais de rua, nem como foram definidas as metas de remoção; também não revelou quantas contas foram tratadas no total nesta rodada. Mosseri apenas esclareceu a postura em termos de princípios.
Qual é o tamanho atual do volume de vendas dos smart glasses Ray-Ban Meta?
Conforme o texto original, no ano passado os smart glasses Ray-Ban e Oakley venderam cerca de 7 milhões de unidades (com as vendas anuais sendo o triplo das do ano anterior), e as vendas acumuladas chegam perto de 9 milhões. Segundo rumores, com a demanda atendida antes, a meta de capacidade anual pode ter sido elevada de 10 milhões para 20 milhões a 30 milhões de unidades.