De acordo com o chefe de operações de fundos de hedge do Goldman Sachs, Tony Pasquariello, em 26 de julho, a negociação de ações dos EUA continua altamente difícil diante de divergências internas acentuadas e da volatilidade elevada do fator de momento. Ele recomendou que os investidores simplifiquem as carteiras e concentrem o risco em posições de alta convicção. A volatilidade implícita das ações individuais segue divergindo do benchmark do S&P 500, indicando demanda elevada por opções em ações específicas e negociação baseada em dispersão.
Pasquariello ficou otimista com ouro, citando a retomada das compras pelos bancos centrais e a sustentação perto de US$ 4.000, já que os longs especulativos foram liquidados desde o início de 2026. A alta das taxas de juros nos EUA e a força do dólar podem gerar pressão no curto prazo, mas também abrem oportunidades para posições estruturais long. O petróleo Brent disparou 33% neste mês em meio a tensões mais amplas no Oriente Médio.