Uma das minhas coisas favoritas sobre a banca islâmica é esta:


Coloca-nos uma questão diferente.
Não, “Quanto juro vais pagar?”
Mas, “Como é que podemos construir isto juntos?”
Imagina três mulheres em Gusau, Zamfara.
Produzem óleo de amendoim há anos.
O produto é bom.
Os clientes voltam sempre.
A única coisa que as separa do crescimento é o capital.
Um banco islâmico não lhes entrega apenas um empréstimo e espera pelos pagamentos.
Através de Musharakah, ambos os lados investem no negócio.
Toda a gente tem algo em jogo.
Se o negócio crescer, todos beneficiam.
Se as coisas não correrem como planeado, todos partilham o risco de acordo com o que investiram.
Isto é parceria.
Não é dívida.
E talvez por isso o Musharakah pareça menos um empréstimo… e mais uma construção.
Assim funciona o Musharaka.
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