Antes eu olhava se o projeto estava “trabalhando”, sempre atento ao roteiro e às chamadas no Twitter, depois fui educado pelas várias congestões/acidentes na ponte: quero mesmo ver se eles levam a sério ou não, ainda tenho que olhar como o dinheiro do tesouro é gasto e como os marcos são entregues.



Agora eu olho com dois olhos para os gastos: pra onde foi o dinheiro? É continuar pagando auditoria, corrigir bugs, rodar testnet, esse tipo de “tédio que salva a vida”, ou é uma enxurrada de parcerias de mercado, patrocínios de conferências, KOL… falando claramente, o segundo também não é que não possa gastar, mas uma proporção tão absurda dá uma sensação ruim. Os marcos também são assim, não basta escrever “Q3 lançamento de xxx”, tem que bater com as ações na cadeia/entregas de código/registro de rollback, atrasos também tudo bem, desde que expliquem claramente, o que mais dá medo é aquele que fica empurrando com a barriga e finge que está tudo bem.

Recentemente, a discussão sobre staking e o sistema de “compartilhamento de segurança” com “lucros acumulados” está muito acalorada, e eu, pelo menos, fico mais sério: se você quer acumular mais, tudo bem, primeiro deixe claro os limites de segurança, o tesouro não é pra tapar buracos e fazer resgates emergenciais. Ficar acordado até tarde esperando confirmação não é questão de idealismo, é porque não quero acordar no dia seguinte e ver “saque suspenso”. É assim que vamos.
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