Recentemente, ficar fazendo testes na rede de teste me fez rir um pouco: no começo dizia que era para praticar, e todo mundo já assumia que "dessa vez dá para trocar por alguma coisa", e conforme praticava, comecei a ficar empolgado. Para ser sincero, é preciso primeiro lidar com as "expectativas" ao estabelecer o limite de perdas — eu criei uma regra bem simples para mim: se, em uma semana, perceber que estou começando a calcular se vale a pena pedir folga para rodar scripts, paro tudo por dois dias, não faço tarefas, não olho as tabelas de classificação, tiro minha cabeça dos pontos.



A parte macro também é bem surreal, quando a expectativa de corte de juros aparece, o índice do dólar e os ativos de risco ainda gostam de dar uma de loucos, subindo e caindo juntos, fazendo as pessoas duvidarem da própria sanidade… por isso, minha tolerância para "jogos de sorte" diminuiu ainda mais: quanto mais favorável estiver o cenário, mais fácil é transformar o treino em uma certeza.

Eu me vejo como um computador fazendo backup: o sistema principal é minha rotina de trabalho e vida, a rede de teste só serve como um disco de backup, ocupa no máximo um pouco de espaço, não deve tomar o controle. O que realmente pode causar uma falha não é o dinheiro, mas o tempo e a atenção. É isso por enquanto.
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