De campos a fábricas, de fábricas a escritórios, cada revolução é uma "fuga".


Uma revolução industrial empurrou os agricultores para as fábricas, a segunda revolução levou os trabalhadores para salas de ar-condicionado.
Parece progresso, mas na essência é o mesmo raciocínio: usar menos pessoas para fazer mais trabalho.
Agora é a vez da IA, robôs e do espaço. Mas surge a questão — quando a IA fizer também o trabalho dos escritórios, para onde vamos "fugir"?
O chamado "quarto setor" pode não ser um novo trabalho, mas uma redefinição do que significa "trabalho".
Talvez as indústrias do futuro façam as pessoas voltarem a fazer o que elas realmente devem fazer: criar, pensar, experimentar.
Nem toda mudança de estágio traz uma vida melhor, a menos que tenhamos clareza — o que exatamente é uma vida melhor.
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