Acabei de perceber algo que reflete bem a dinâmica atual no setor de IA. A Meta já recrutou a sétima pessoa fundadora do Thinking Machines Lab - recentemente Mark Jen, Yinghai Lu e a pesquisadora Tianyi Zhang. Isso é interessante, porque o TML, com uma avaliação de 12 bilhões de dólares, deveria ser um player sério.



Mas isso mostra como a luta por talentos de ponta na área de IA ficou intensa. Meta e OpenAI são como dois predadores, que estão constantemente de olho nas melhores mentes das startups emergentes. A OpenAI, por exemplo, recrutou Jolene Parish, também uma fundadora do TML. Joshua Gross, que foi fundamental no desenvolvimento do Tinkers, também foi para a Meta.

O que me impressiona, porém, é que o TML não desiste. Eles acabaram de contratar Neal Wu, um tricampeão de ouro na Olimpíada Internacional de Informática. Isso mostra que a startup, apesar das saídas, continua atraindo pesquisadores de alto nível e trabalhando em seus produtos, como o Tinker.

Todo esse fenômeno reforça como esse mercado é altamente competitivo. Os grandes players podem agir mais rápido com seus recursos. Curiosamente, isso também é um sinal de que o Tinker e ferramentas de IA similares estão se tornando cada vez mais importantes — caso contrário, esses gigantes da tecnologia não estariam tão agressivos na busca por talentos. Quem tem as mentes, tem o futuro no negócio de IA.
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