Acabei de ver uma coisa bem interessante. A ação recente de Mark Zuckerberg, fundador da Meta, tem sido realmente incomum — esse cara não só dedica de 5 a 10 horas por semana para escrever código pessoalmente, como também está treinando uma versão de IA de si mesmo. Em resumo, ele quer usar uma versão de IA de si para interagir com os funcionários, substituindo sua presença em alguns eventos.



De acordo com o Financial Times do Reino Unido, essa imagem virtual de IA será treinada com base na imagem, voz, comportamento e tom de fala de Zuckerberg, e até incorporará seus pensamentos mais recentes sobre a estratégia da empresa. Parece um pouco de ficção científica, mas a Meta realmente está levando esse projeto a sério. Pessoas próximas disseram que essa representação digital ainda está em estágio inicial, mas se der certo, Zuckerberg planeja abrir funcionalidades semelhantes para influenciadores e criadores de conteúdo no futuro.

Essa não é a primeira vez que a Meta investe em papéis de IA. Em 2023, eles lançaram chatbots baseados em celebridades como Snoop Dogg, e depois criaram uma "AI Studio" para que os usuários gerassem seus próprios personagens de IA. Apesar de controvérsias anteriores relacionadas à segurança do conteúdo, a Meta claramente não desistiu dessa direção. Agora, um novo laboratório de superinteligência está desenvolvendo imagens virtuais de IA mais realistas, embora exija uma capacidade computacional muito alta, com desafios técnicos consideráveis.

Mais interessante ainda, Zuckerberg também está acelerando a transformação de IA internamente. A empresa incentiva os funcionários a usarem ferramentas de código aberto para criar agentes de IA, e gerentes de produto precisam participar de "testes de referência de habilidades" centrados em IA. Embora alguns funcionários temam que isso possa ser um prenúncio de cortes, a Meta afirma que é apenas para avaliar as necessidades de treinamento de todos.

Com essa série de ações, a Meta realmente está transformando sua estratégia de IA de teoria em prática. Nesta quarta-feira, eles lançaram o pequeno modelo especializado Muse Spark, e a reação de Wall Street foi bastante positiva, com as ações subindo 7% no mesmo dia. Uma gigante avaliada em 1,6 trilhão de dólares permitindo que Zuckerberg, o fundador, escreva código e treine seu próprio avatar de IA mostra o quanto eles levam a sério a IA. Isso não é apenas investimento em tecnologia, mas uma mudança profunda na cultura organizacional e na direção estratégica.
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