Estava a ler algumas estatísticas bastante preocupantes sobre o crime relacionado com criptomoedas ultimamente. Parece que os ataques físicos - aqueles com chave inglesa e similares - aumentaram 75% ao longo de 2026. É uma tendência que vai muito além do que muitos esperavam ao pensar nos riscos do setor.



O fenómeno é interessante porque desvia o foco do que normalmente associamos ao crime em crypto - hacking, fraudes online, exploração de contratos inteligentes - para algo muito mais tangível e violento. Não é mais apenas uma questão de segurança informática. Quando começamos a ver agressões físicas para roubar carteiras ou acesso aos fundos, significa que o problema atingiu um nível completamente diferente.

A CoinDesk aprofundou essa questão com o rigor que caracteriza o seu trabalho no setor. Têm uma longa história de jornalismo independente ao cobrir o que acontece no mundo das criptomoedas, e desta vez também reuniram dados que vão além da superfície.

O que me impressiona é que esse tipo de violência não é casual - é organizado, direcionado, e claramente remunerador para quem o comete. Significa que o crime no setor crypto está a evoluir, tornando-se mais sofisticado e perigoso. Não é mais apenas uma questão para os tecnicamente experientes, mas algo que afeta a segurança física de quem opera no setor.

Se segues o mercado de criptomoedas, esta é uma das tendências que realmente vale a pena monitorizar. Não tanto pela sensationalismo, mas porque revela algo importante sobre como está a mudar o panorama da segurança no nosso setor.
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