
Gráfico: https://www.gate.com/trade/BTC_USDT
No início de 2026, o Bitcoin chegou momentaneamente a US$ 98.000, ficando próximo do esperado marco de US$ 100.000. A valorização foi impulsionada por fatores centrais:
Com o Bitcoin próximo desse patamar psicológico relevante, a realização de lucros se intensificou no mercado.
Após não manter as máximas, o BTC teve queda rápida, atingindo US$ 86.100 nas últimas 24 horas—novo piso do ciclo de correção.
Esse valor coincide com uma zona de suporte de curto prazo já monitorada, indicando que o momento do mercado passou de “fortemente altista” para “neutro a fraco”.
A queda do Bitcoin de US$ 98.000 para US$ 86.100 foi resultado de múltiplos fatores de pressão que se combinaram em uma correção complexa.
A faixa entre US$ 94.000 e US$ 90.000 concentrou o maior número de posições long alavancadas nos últimos dias. Com a queda dos preços, uma sequência de liquidações acelerou o movimento de baixa.
Na aproximação de US$ 98.000, o volume negociado permaneceu baixo, sinalizando insuficiência de força compradora e falta de novo capital no mercado.
Alterações recentes na política dos EUA com viés restritivo pressionaram os ativos globais de risco, impactando negativamente o preço do Bitcoin.
Do ponto de vista técnico, a correção atual mostra sinais estruturais bem definidos:
O BTC rompeu a linha de alta desde US$ 82.000, prejudicando a estrutura altista de curto prazo.
O RSI, que estava acima de 70 no topo, caiu para a faixa de 50–55, indicando perda clara de força ascendente.
O volume negociado na queda superou o da alta anterior, mostrando que os vendedores estão no controle.
O BTC se aproxima do primeiro suporte crítico:
O Bitcoin está consolidando nesta faixa. Se houver estabilização, pode ocorrer repique de curto prazo para US$ 90.000.
Se US$ 86.000 não se mantiver, US$ 84.000 será o próximo nível relevante.
Se US$ 84.000 for rompido, o mercado deve testar o patamar psicológico de US$ 80.000.
O BTC pode seguir um dos três cenários principais no curto prazo:
O Bitcoin pode oscilar entre US$ 86.000 e US$ 88.000, formando novo equilíbrio de preço e volume.
Persistência dos riscos macroeconômicos aumenta a possibilidade de novas quedas.
Esse cenário depende de mais uma onda forte de entradas em ETFs.





