De acordo com um porta-voz do Ministério do Comércio chinês, o Gabinete do Representante Comercial dos EUA divulgou medidas finais a 23 de julho (hora do Leste dos EUA), impondo uma tarifa adicional de 12,5% sobre produtos chineses e aumentando os direitos aduaneiros em 60 economias no âmbito de uma investigação ao abrigo da Secção 301, que tem por objetivo práticas de trabalho forçado.
O Ministério do Comércio da China afirmou que o país estabeleceu um quadro abrangente de legislação laboral e que se opõe às práticas de trabalho forçado. O ministério descreveu a ação dos EUA como “um unilateralismo e um protecionismo típicos”, salientando que os EUA ainda não ratificaram a Convenção de 1930 sobre o trabalho forçado.